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8 de março - Dia Internacional da Mulher
Com quatro recordes, sendo dois paralímpicos e dois mundiais, nos 100 e 200 metros rasos, a velocista Adria Santos relembra a sensação de dever cumprido no ano 2000, em Sidney, na Austrália.
Adria explica que teve este sentimento não apenas por terminar as paraolimpíadas com chave de ouro e correspondendo às expectativas de todos. Mas, principalmente, por abrir caminho para o reconhecimento das mulheres com deficiência visual e do próprio esporte paralímpico. Ela lembra que foi nessa época que as paraolimpíadas começaram a ganhar mais visibilidade.
"Na época não tinha muita noção do que estava construindo. Só fazia meu melhor, sempre. Mas tenho certeza de que muitas das lutas vividas por mim abriram caminho para outras atletas", considera Adria.